'Alegre e atenciosa', diz amiga de mulher morta a tiros na frente de casa em Rio Branco
Cláudia da Silva Rodrigues, de 35 anos, foi morta a tiros no bairro Vitória, em Rio Branco Arquivo pessoal O assassinato de Claudia da Silva Rodrigues, de 35 ...
Cláudia da Silva Rodrigues, de 35 anos, foi morta a tiros no bairro Vitória, em Rio Branco Arquivo pessoal O assassinato de Claudia da Silva Rodrigues, de 35 anos, deixou familiares e amigos abalados na noite dessa quinta-feira (10), em Rio Branco. (Veja como denunciar de forma anônima no final da reportagem) A mulher foi morta a tiros na frente da própria casa, na Rua Alvorada, no bairro Vitória, enquanto estava com uma das filhas e a irmã. Ninguém foi preso pelo crime. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se já há uma linha de investigação a respeito deste assassinato, mas até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno. Acre segue com uma das maiores taxas de feminicídio do país A vítima trabalhava em uma distribuidora e deixou três filhas, sendo uma menor de idade. Ao g1, uma amiga próxima da família, que não quis ser identificada, disse ela era uma pessoa muito presente na vida das filhas e também era considerada parte da família por quem convivia com elas. “Claudia era uma mulher muito alegre, amor de pessoa, sempre muito atenciosa. Ela era como uma tia para mim”, contou a amiga, que disse conhecer a vítima havia mais de seis anos. A mulher estava sentada em frente de casa com a filha e a irmã quando um homem chegou de motocicleta e perguntou se elas conheciam um dado homem. LEIA TAMBÉM: Mulher de 35 anos é morta a tiros em frente à própria casa em Rio Branco Caso Maria Ramona: o que se sabe sobre assassinato de jovem em apartamento no Acre VÍDEO mostra acreana sendo levada por homem momentos antes de ser morta a facadas em MT: 'Não conhecia ele' Ainda conforme os relatos, no momento em que elas responderam, o homem efetuou vários disparos contra Claudia. As familiares correram, mas a vítima teria sido atingida enquanto tentava fugir. Ela caiu inconsciente. A amiga relatou ainda que ela não estava na residência no momento do crime e que soube do ocorrido momentos depois, quando recebeu uma mensagem da filha da vítima. Na mesma hora, foi até o local. "Dez minutos depois, minha amiga mandou mensagem falando o que tinha acontecido, na mesma hora a gente correu para ir aonde ela estava", complementou a amiga. Mulher foi morta a tiros em casa na Rua Alvorada, bairro Vitória, em Rio Branco Reprodução/Deyvi Chessmon O crime O médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Bryan Singui, informou que foram identificados dois ferimentos por arma de fogo na região torácica. Claudia morreu no local. O suspeito usava capacete, mas estava com a parte frontal levantada. A filha da vítima chegou a vê-lo, mas, segundo o relato, não conseguiu lembrar das características dele devido ao choque. A Polícia Militar isolou a área para o trabalho da perícia, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil investiga o caso e deve apurar a identidade do autor, a motivação do crime e se a pergunta feita pelo suspeito antes dos disparos tem relação com o assassinato. A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher: (68) 99609-3901 (68) 99611-3224 (68) 99610-4372 (68) 99614-2935 Veja outras formas de denunciar: Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). VÍDEOS: g1